quarta-feira, 29 de abril de 2020

Secti e FAP-DF preparam gestão mais moderna

Modernizar os procedimentos internos, melhorar os canais de interação com público e parceiros e aprimorar mecanismos de transparência, controle e accountability. Estes são os principais objetivos do processo de transformação digital que a Fundação de Apoio à Pesquisa do DF (FAP-DF), instituição ligada à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), pretende realizar.

Para promover essa modernização será necessário contratar serviços no modelo “SAAS” (software as a service). A instituição pretende contar com a colaboração da sociedade brasiliense para construir o Termo de Referência (TR), documento que vai guiar o processo de identificação dos potenciais prestadores desses serviços.

Benefícios

A escolha de soluções do tipo SAAS foi baseada na possibilidade de reduzir custos, pois elimina a necessidade de investir na aquisição de hardware e no desenvolvimento de softwares exclusivos, além de oferecer velocidade de implantação, com a possibilidade de o sistema contratado estar instalado e em funcionamento em até três meses após a contratação.

A solução tecnológica a ser contratada será baseada em linguagem low-code / no-code e totalmente parametrizável, características que garantem independência à Secti/FAP-DF na atualização da ferramenta, se houver necessidade de contratação de programadores ou outros especialistas de tecnologia da informação (TI) que não estejam disponíveis em seus quadros.

Com a nova ferramenta, a fundação poderá aumentar seu desempenho com a automação de processos, além de aumentar a rastreabilidade de documentos que integram o processamento de projetos fomentados, parcerias e convênios. A solução também deverá oferecer aos pesquisadores acesso a uma nova plataforma para consulta de editais e ações de fomento em ciência, tecnologia e inovação (CT&I) realizados pela Secti/FAP-DF.

Como participar

O aviso de consulta pública foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) da última sexta-feira (24).

Para participar basta acessar o site da fundação pelo link http://www.fap.df.gov.br/consultas-publicas/.

A consulta fica aberta até 10 de maio de 2020.

 

* Com informações da FAP-DF



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DF está preparado para uso de plasma sanguíneo no tratamento da Covid-19

A linha de combate ao coronavírus (Covid-19) no Distrito Federal ganhou reforço no campo da pesquisa. A partir desta quarta-feira (29), a Fundação Hemocentro está apta a estudar a eficácia e segurança no tratamento de pacientes utilizando o plasma sanguíneo de pessoas recuperadas da Covid-19. De forma voluntária, o cadastro pode ser feito no site da fundação. Leia ao final da matéria o passo a passo com informações de quem pode e como participar da pesquisa.

 O plasma convalescente é a parte líquida do sangue coletada de pacientes que se recuperaram da doença. Estudos apontam que o material recolhido ajuda a combater a infecção viral por meio de seus anticorpos.

 A técnica de transferir anticorpos de pessoas curadas para doentes – transferência passiva de imunidade – já foi estudada anteriormente com outras doenças virais. Houve melhora do quadro clínico dos pacientes após receberem o plasma de pessoas recuperadas.

 Veja, aqui, a atualização diária sobre as medidas do GDF contra o coronavírus

“Essa pesquisa é de grande valia para todos nós. O mundo todo hoje procura e faz estudos sobre a Covid-19. Esse apoio que nos é dado pela UnB, Hemocentro, Secretaria de Saúde e Iges-DF tem transmitido segurança para que a gente possa avançar no DF”, afirmou o governador Ibaneis Rocha.

Na sequência, o chefe do Executivo lembrou a forma responsável e segura como o DF tem enfrentado a doença. “Brasília tem sido um excelente exemplo de condução durante essa crise. Isso se dá porque, nós, que estamos à frente do governo, temos adotado todos os protocolos e utilizados toda a responsabilidade com a vida da população do DF. Isso tem ocorrido diuturnamente com o trabalho de nossas equipes”, acrescentou.

“O trabalho da nossa pesquisa é fundamental para que a gente possa mostrar a efetividade da utilização do plasma no tratamento desses pacientes. A Fundação Hemocentro versa em cima da regularidade, do controle e da segurança de todos os pacientes e doadores que serão submetidos à pesquisa”, garante o presidente do Hemocentro, Osnei Okumoto.

 A iniciativa foi lançada nesta quarta (29) em cerimônia no Palácio do Buriti.  Além do governador Ibaneis Rocha, participaram o presidente do Hemocentro, Osnei Okumoto; o secretário de Saúde, Francisco Araújo, e o presidente interino do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF), Sérgio Costa; e os pesquisadores Alexandre Nonino (Hemocentro) e André Nicola (Universidade de Brasília).

 O que é essa pesquisa?

A Fundação Hemocentro de Brasília, a Universidade de Brasília, o Laboratório Central da Secretaria de Saúde e hospitais da rede pública do DF vão pesquisar o tratamento para pacientes de Covid-19 com uma parte do sangue – o plasma – de pessoas que estão recuperadas de Covid-19. Os procedimentos de pesquisa terão início após a aprovação junto à Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) do Ministério da Saúde.

 O que é plasma de convalescente de Covid-19?

 Pessoas que tiveram Covid-19 possuem anticorpos capazes de combater o vírus. Em pesquisas anteriores relacionadas a outras doenças virais, constatou-se que pacientes demonstraram melhora do quadro clínico após receberem o plasma de pessoas recuperadas. Ainda não há evidência clínica de que o plasma convalescente de Covid-19 seja eficaz no tratamento de pacientes infectados com coronavírus.

 Como posso me candidatar à pesquisa?

 Se você tem interesse em participar da pesquisa e se dispõe a realizar a doação, precisa atender a alguns critérios básicos:

 Ter entre 18 e 60 anos de idade;

Pesar no mínimo 60kg;

Se mulher, não ter histórico de gestações;

Ter diagnóstico laboratorial confirmado de infeção por SARS-Cov-2;

Estar sem sintomas de Covid-19 há pelo menos 15 dias;

Não ter tido manifestações graves em função da Covid-19 (choque séptico, parada cardíaca e/ou entubação traqueal/respiratória).

 A pessoa interessada em doar plasma também precisa atender as condições básicas para doação de sangue e se atentar aos impedimentos ao ato.

 Para se candidatar, clique aqui e preencha este formulário. Após o envio das respostas, aguarde contato da equipe de pesquisa para agendar uma entrevista.

 O que acontece depois que eu me candidatar?

 Após se inscrever por meio do formulário, o candidato deve aguardar contato da equipe de pesquisa. Uma entrevista será agendada para analisar outros critérios clínicos.

 Se o candidato aceitar as condições da pesquisa e for confirmado como potencial doador, ele realizará a doação de plasma por meio do procedimento de aférese. A aférese é a separação de componentes do sangue por centrifugação, por meio de um equipamento automatizado. O sangue do doador é captado, a máquina separa apenas o plasma. Por meio do mesmo acesso venoso, o sangue retorna ao organismo do doador.

 Como o plasma doado será utilizado? 

O plasma de convalescente de Covid-19 será aplicado em pacientes internados por Covid-19 e com risco de agravamento. A equipe de pesquisa avaliará a eficácia e a segurança do tratamento, e os resultados do estudo serão tornados públicos.

 * Com informações da Fundação Hemocentro



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GDF retoma obras de pavimentação nas ruas 3 e 7

Boa notícia para moradores e comerciantes de Vicente Pires. Os serviços de pavimentação das Ruas 3, 7 e 12, tão aguardados pela população local, foram retomados nesta semana. Graças a estiagem dos últimos dias e, também, ao cumprimento das regras de isolamento social, o que reduziu o fluxo de carros e pessoas nas vias da cidade.

Rua 3

A etapa agora na rua 3 é a realização de 600 metros de drenagem e 1,5 km de pavimentação da via, trecho localizado entre a marginal da Estrada Parque Taguatinga Guará (Eptg) até o entroncamento com a rua 8, além de meio-fio e calçada. O valor investido será de R$2.547.343,18 e a previsão é de que os serviços sejam concluídos em 120 dias.

Dividida em três trechos para execução dos serviços de infraestrutura, a rua 3 possui 3,5 km de extensão e é uma das principais vias para a mobilidade do Setor Habitacional. O primeiro trecho, localizado entre a marginal da Estrutural até o entroncamento da rua 10, foi finalizado no início de 2019. Já o segundo trecho, entre o entroncamento da Rua 08 até a altura da rua 10, foi finalizado em janeiro deste ano e contou com a participação do DER na conclusão do asfalto.

Rua 7

A empresa JM, responsável por parte dos serviços na rua, correspondente ao Lote 01, concentrará os esforços na pavimentação de 1,2 km da via, trecho localizado entre os entroncamentos com as ruas 4 e 8. A infraestrutura restante da via, correspondente ao lote 10, trecho entre os entroncamentos da rua 8 e 12, sob responsabilidade da empresa Basevi, está concluída.

 De acordo com o engenheiro Ricardo Terenzi, subsecretário de fiscalização e acompanhamento de obras do GDF, os serviços só puderam ser retomados agora devido a necessidade do solo seco para execução do pavimento. “Também tivemos que aguardar a finalização dos serviços de água e esgoto por parte da Caesb”, explica.

“Com todas as pendências solucionadas e a redução das chuvas, vamos concluir o trecho final de pavimentação e entregar a infraestrutura completa da rua 7 o mais breve possível para a população”, afirma.

Luciano Carvalho, Secretário de Obras, destaca que todas as empresas contratadas estão a postos para atender a população e solucionar qualquer problema relacionado às obras executadas e/ou em execução, mesmo em tempo de pandemia.

“As empresas contratadas são nossas parceiras e todas, sem exceção, estão engajadas em concluir as obras e entregar Vicente Pires com drenagem, asfalto, meios fios, calçadas e bocas de lobo para moradores e comerciantes”, ressalta.



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Estradas rurais são recuperadas em São Sebastião

Núcleo Rural Capão Comprido recebe ação do GDF Presente para beneficiar população local | Foto: GDF Presente / Divulgação


A equipe do Polo Leste do programa GDF Presente, em parceria com a Administração Regional de São Sebastião, trabalha na recuperação de estradas rurais daquela cidade. Nesta semana, recebem melhorias 2 quilômetros de vias no Núcleo Rural Capão Comprido, tanto as principais quanto as internas. Mas, de janeiro de 2019 para cá, 560 quilômetros de ruas de terra já foram recuperadas pelo GDF na cidade.

Segundo o coordenador do Polo Regional Leste do GDF Presente, Júnior Carvalho, o trabalho começou nesta segunda-feira (27) e segue até quinta-feira. “A gente coloca cascalho e passa a máquina para nivelar. Mas aí vem a chuva e leva tudo”, lamenta.

O administrador de São Sebastião, Alan Valim, explica que, há cerca de oito anos, uma área rural da região foi irregularmente parcelada, transformando-se em ocupação urbana. Hoje, o Capão Comprido é um bairro da cidade, com ruas sem asfalto, onde vivem cerca de 15 mil pessoas.

“O governador Ibaneis Rocha determinou a regularização que está sendo feita pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional porque é uma Área de Interesse Social, destinada a famílias de baixa renda. Até que ela seja feita, não podemos fazer obras de infraestrutura no local”, acrescenta Alan.

A rua principal do bairro estava intransitável, cheia de  lama e buracos. Quem conta é Dinair Rocha, 41 anos, moradora do Capão Comprido há 10. “A chuva forma  enxurradas e a água vem descendo com força, e forma os buracos”, relata Dinair, dando a medida do prejuízo para a economia local.

“Os comerciantes estavam tendo muita dificuldade. Os caminhões não queriam descer a rua para entregar as mercadorias”, completa.

Ainda segundo Dinair, os moradores formaram uma equipe para acompanhar os trabalhos do GDF Presente. “Nós que sabemos onde é preciso passar a máquina e vamos mostrando. É o que dá para fazer enquanto não regulariza. Está ficando excelente”, testemunha.

Época de estiagem ajuda na rápida execução das obras | Foto: GDF Presente / Divulgação

Alan Valim garante que o governo constantemente faz ações no Capão Comprido tanto para melhorar a circulação de veículos e pessoas quanto para combater o mosquito Aedes aegypti, causador da dengue.

“Sempre fazemos a manuteção no bairro, com a recuperação das estradas, o recolhimento de inservíveis e a retirada de entulho. Os principais problemas são as chuvas e a ocupação irregular mesmo”, afirma.

A comunidade confirma. “Sempre que precisamos de algo damos uma ligadinha e a administração nos atende. Estão de parabéns”, elogia Dinair Rocha.

Estiagem

O administrador regional espera o período de estiagem começar para receber o reforço de máquinas do Departamento de Estradas de Rodagem (DER/DF) e da Secretaria de Agricultura. A partir daí será possível intensificar a manutenção das vias de terra em núcleos rurais de São Sebastião.

Os principais serviços serão feitos no Núcleo Rural Aguilhada, onde foram mapeados 14 pontos de atoleiro que atrapalham a passagem de veículos, inclusive de ônibus escolares. A estrada principal do núcleo rural tem 9 quilômetros, dos quais 1,9 mil estão sendo asfaltados.



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Lei protege mulheres em caso de assédio e violência no transporte público

Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília
Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília
A lei prevê que ao presenciar situação de violência contra a mulher os funcionários deverão acionar o aparato policial. E o Conselho Tutelar, no caso de criança e adolescente. Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

As mulheres do Distrito Federal terão mais tranquilidade no transporte público. O governador Ibaneis Rocha sancionou a lei que cria um protocolo de segurança voltado, exclusivamente, ao combate da violência contra a mulher.

A lei, de autoria da deputada distrital Arlete Sampaio, foi aprovado pela Câmara Legislativa. Ela prevê que ao presenciar qualquer situação de violência contra a mulher os funcionários do Sistema de Transporte Público Coletivo deverão acionar de imediato o aparato policial. E, também, o Conselho Tutelar, nos casos em que crianças e adolescentes sejam as vítimas ou que testemunhem o momento de situação de violência no transporte público coletivo.

Ela também indica cinco diretrizes que devem ser adotadas para sua implementação, dentre elas a formação permanente, com atividades educativas e pedagógicas dos servidores e da população, para conscientização sobre o assunto, além de monitoramento por meio de relatórios.

Ericka Filippelli, secretária da Mulher do GDF, lembra que esse é um dos problemas que elas enfrentam diariamente durante a sua locomoção. “A lei busca garantir que as mulheres exerçam em plenitude o direito constitucional e essencial de ir e vir e a sanção da lei pelo Estado é mais uma forma de transmitir segurança e tranquilidade para as mulheres e coibir efetivamente os crimes de assédio e importunação sexual”, afirmou a secretária.

Pesquisa

Em 2019, os Institutos Patrícia Galvão e Locomotiva divulgaram um estudo apontando que 97% das mulheres afirmaram que já foram vítimas de assédio em meios de transporte e 71% conheciam alguma mulher que já havia sofrido assédio em público.

*Com informações da Secretaria da Mulher



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Quase 90% das escolas já receberam Pdaf

Das 701 unidades escolares previstas para receber os recursos do primeiro semestre do Programa de Descentralização Administrativa e Financeira (Pdaf), 610 já estão com o dinheiro na conta. O total pago é de R$ 33.899.442,76, o que representa 87% dos valores liberados.

Além disso, outros 15 processos de escolas já foram enviados para a Secretaria de Economia e devem ser pagos em breve, injetando mais R$ 547.233,75 na economia do Distrito Federal.

A Secretaria de Educação analisa ainda 11 processos e aguarda outros 65 chegarem à pasta para serem analisados e, caso a prestação de contas seja aprovada, pagos. A secretaria têm realizado uma força tarefa para realizar as averiguações necessárias o mais rápido possível e instruir para pagamento os processos recebidos e aprovados.

O repasse do Pdaf só pode ser feito para a unidade executora que tiver prestado contas corretamente dos exercícios anteriores. Quanto mais rápido as escolas enviarem as informações, mais ágil será a liberação dos valores.

Para este primeiro semestre, foram liberados R$ 37.749.697,01 para o Pdaf. Esses valores são revertidos diretamente para as escolas, que podem gastá-los de acordo com as suas necessidades, levando em consideração a Lei 6.023/2017.

O Pdaf não pode custear despesas que porventura já estejam cobertas por contratos vigentes ou em fase de conclusão de aquisição. Para contratar, a escola deve realizar pesquisa de preços, com, no mínimo, três orçamentos distintos.

* Com informações da Secretaria de Educação



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Saúde doa cinco mil frascos de álcool gel à SSP/DF

Por conta da pandemia do coronavírus e da alta demanda por álcool gel, a Secretaria de Saúde decidiu entregar cinco mil frascos do insumo para a Secretaria de Segurança Pública – que vieram da doação feita pela Ambev à Secretaria de Saúde, de pouco mais de 75 mil frascos, de 237 ml cada um. 

“Estamos com estoque de álcool gel e, sabendo do aumento de casos no sistema penitenciário e da necessidade de proteção tanto de servidores da Segurança Pública quanto do pessoal encarcerado, decidimos doar”, explica a subsecretária de Logística, Mariana Mendes Rodrigues.

Desde março, a Secretaria de Saúde tem recebido muitas doações de álcool gel. A primeira foi entregue pela Casa Civil, que doou 425 litros do produto. O insumo foi fracionado no laboratório de manipulação do Hospital Regional de Taguatinga e distribuído para as unidades básicas de saúde.

A Ambev também fez a doação de pouco mais de 75 mil frascos de 237ml cada um. Além das unidades de atendimento, servidores de todas as Subsecretarias da Secretaria de Saúde, além do Complexo Regulador, do Centro Integrado de Operações Brasília e do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde receberam o insumo.

Para reforçar o abastecimento, o Centro de Referência em Práticas Integrativas em Saúde (Cerpis) de Planaltina, a Escola Técnica de Saúde de Planaltina e a Gerência de Assistência Multidisciplinar e Apoio Diagnóstico do Hospital Regional de Planaltina também se uniram para produzir mais de 100 litros do produto.

* Com informações da Secretaria de Saúde-DF



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